Resposta a comunidade Seguir Jesus sem religião
Nem iria falar sobre a existência de jesus, pois se leu
teria percebido que o que diz está mal postulado. O motivo é que ainda utiliza
a pergunta:
- Jesus nunca existiu?
Se leu as respostas as 220 teses (e não 300 como alega ser),
perceberia o que quero dizer.
Eu faço uma separação simples e logicamente válida em
relação a existência de Jesus da seguinte forma:
Ø
Jesus histórico
Ø
Jesus Divino
As evidências a favor da existência de um Jesus histórico
são contundentes, mesmo eu quando estava dentro de uma religião, tinha esse
conceito sólido.
Pelo que percebo, por estar acostumado a debater com certos
‘ateus’ online, realmente acredita que eu cairia nessa de dizer que Jesus
histórico não existiu, que engano. Sua resposta é inadequada ao que questiono,
que seria:
- Jesus de fato era um ser divino?
Irei repetir o que você mesmo disse e estou dando
gargalhadas de sua incompreensão em relação ao que demonstro em relação a
Jesus: ‘Dizer que Jesus nunca existiu denota uma profunda ignorância... Os
historiadores dão boas gargalhadas disso.’
E
concordo novamente: ‘Em resumo, O NOVO TESTAMENTO permanece hoje como a mais bem preservada
obra literária de toda a Antiguidade, e sua confiabilidade não deixa qualquer
dúvida!
Quando
me refiro a ressurreição, não me refiro a nada disso que alega: ‘As contradições
bíblicas, não invalidam, ao contrário, o fato de Lucas se contradizer com
Mateus, por exemplo, não invalida a carta de João, Mateus ou a de Marcos, visto
que, todas elas relatam pontos de vistas acerca do que havia acontecido, e cada
autor, relatou, o que havia se passado do seu próprio ponto de vista, numa
linguagem própria, para um público específico.
Se não compreende nada sobre eventos paralelos com a morte e
ressurreição de cristo, deveria ficar de boa fechada e não dizer nada. Antes de
criticar um determinado ponto de vista, tenha a decência de conhecer antes de
falar.
Sua resposta me satisfez, pois não diz nada sobre um Jesus
Divino. Apenas demonstra a existência de um homem chamado Jesus, que seus
registros foram manipulados para assim surgir um Jesus divino nos Evangelhos.
Em relação a milagres, nascimento de uma virgem, ressurreição e assim por
diante, não demonstram em nada a divindade de Jesus.
Já ouviu falar dos Flavianos?
Os Flavianos e Tito
Os Flavianos muito provável criaram o cristianismo como conhecemos hoje!
Historiador Joseph Atwill menciona os mais primitivos santos
da Igreja católica Romana conhecidos como ‘Cristãos Flavianos’. A família
flaviana está ligada ao cristianismo primitivo em uma quantidade de formas
incomuns, muitos membros dessa família registradas como tendo sido os santos
mais primitivos da Igreja Católica Romana. Incluindo entre eles, Flavia
Domitila que era irmã de Tito ou sobrinha e a uma inscrição em honra de Flávia
por doar o terreno que tornou-se o primeiro local de catequese cristã. Flavia
Domitila foi a primeira santa cristã.
O filho dela, Clemente é registrado como tendo sido o
primeiro para católico romano depois do apóstolo Simão e além disso, houve dois
membros do círculo familiar flaviano: Nereu e Aquiles. Ambos tiveram igrejas
que receberam seus nomes na mais primitiva diocese em Roma.
Houve um teólogo Cristão cujo nome era Tito Flávio Clemente
(você deve conhecer bem), Clemente de Alexandria, ele foi na verdade quem
primeiro descreveu os símbolos cristãos, segundo ele, os símbolos eram: a
âncora, o barco, o peixe, o galho de oliveira e a estrela. Curiosamente, esses
símbolos eram os usados nas moedas Césares Flavianos.
A ligação final entre a família dos Flavianos e o
Cristianismo é que no século IV, Flávio Constantino, fez do cristianismo, a
religião estatal de Roma (hummmmm). As conquistas militares dos Césares, eram
importante para todos os romanos, então certamente os cristãos flavianos, o
grupo que a Igreja Católica Romana afirma terem sido os primeiros santos da
religião, teriam sabido a identidade do ‘filho do homem’ que jesus teria
predito, que esmagaria a Galileia, sitiaria Jerusalém, e destruiria o templo
(sem deixar pedra sobre pedra), o nome deste homem é Tito Flávio.
Então parece que se alguém sabe como descobrir, há muitas
pistas que apontam a origem Flavia do Cristianismo e talvez a mais intrigante
que Joseph Atwill descobriu é o código que os Flavianos usavam em seus
documentos, que possibilitou com que ele fizesse sua admirável descoberta.
Os romanos tinham as escrituras judaicas trancadas em sua
corte imperial, e eles a estudaram. E o que descobriram¿ Descobriram que havia
um código literário singular oculto no texto, este código oculto que era comum
nas escrituras judaicas, foi usado pela equipe literária dos Flavianos para
compor passagens de um ‘evanfelho’ que deveria ser decifrado a fim de ser
entendido. Está técnica é chamada de Tipologia.
A tipologia é usada em toda a literatura hebraica antiga e
não é mais usada nos dias de hoje. Em resumo, Tipologia é usar eventos do
passado para prover contatos formadores de eventos subsequentes.
O que estamos falando é de estereótipos, em outras palavras,
há um protótipo idealizado que mostra certas características ou age de certas
formas. Por exemplo, uma das coisas que que faço é comprimir a própria história
e então eu a conto de novo de uma nova forma e simplesmente imponho história
contemporânea sobre histórias antigas, assim, crio um texto de múltiplas
camadas.
Na tipologia hebraica, os textos eram projetados para serem
lidos em comparação uns com os outros, ou intertextualmente e fazendo assim, um sentido que não estaria
visível na narrativa superficial se tornaria aparente para alguém que tenha entendido
a conexão tipológica entre as histórias.
Tipologia Hebraica
A tipologia hebraica conecta profetas, eventos da vide de um
profeta são colocados na vida de um profeta subsequente e isso mostra que há um
padrão divino (fácil de ser assimilado), estabelecido por deus conectando Seus
profetas uns aos outros. Os evangelhos de fato nos mostram como podemos
decifrar por nós mesmos este código oculto, ou tipologia que foi usado para
criar a história de Jesus (a história real de jesus não tem a ver com a história
contada nos evangelho, os evangelhos foram manipulados para criar um Jesus
divino).
Paralelos de Jesus e Moisés
Evangelho de Matheus
Bem no inicio dos evangelhos, há um primor dessa tipologia.
O que o autor de Matheus fez foi tomar eventos do ‘antigo testamento’ e
coloca-los na vida de Jesus. Esses eventos teriam ocorrido na mesma sequência
na história de Jesus como ocorreram no ‘antigo testamento’. Numerosos eruditos
da bíblia já identificaram os seguintes paralelos.
Ambas as histórias tem um patriarca chamado ‘José’ que viaja
de Israel ao Egito. Um governador que massacra meninos inocentes. Um personagem
divino que avisa que ‘os que buscavam a tua vida estão mortos’ e então o
retorno do Egito para Israel.
Isto tudo é seguido por eventos que tem a ver com o ‘passar
pela água’. No velho testamento os israelitas passam pelo mar vermelho, em
Matheus, Jesus recebe o batismo no qual ele passa pela água. Então há a viagem
pelo deserto. Os israelitas ficam no deserto por quarenta anos, Jesus vai para
o deserto e lá fica por quarenta Dias. Finalmente temos as três tentações. No
velho testamento, nós temos a tentação pelo pão, a declaração de ‘não tente a deus’ e o
mandamento de servir apenas deus. Isto aparece de novo em Matheus onde Jesus é
tentado pelo pão, diz para o ‘diabo’ para não tentar a Deus e o instrui a
servir apenas a Deus.
Portanto, quando se compara a vida de Jesus com a vida de
Moisés, percebe-se uma ligação que mostra que o personagem nos evangelhos está
‘divinamente’ ligado ao personagem do ‘velho testamento’. A vida do primeiro
salvador de Israel, Moisés, previa a vida de Jesus que agora reivindicava ser o
próximo salvador de Israel.
Para entender o restante da história de Jesus que nos é
contada, seu ministério quando já adulto, nós simplesmente precisamos saber que
o mesmo sistema de paralelos de nomes, locais e conceitos que ocorrem na mesma
sequência (o que não indica coincidência) foi usado para ligar Jesus nos
evangelhos a Tito, nas obras de Josefo. Nossos eruditos explicam essas tipologias
dos evangelhos, nos três seguintes exemplos:
1.
Pescadores
de homens: Jesus vem até o mar da Galileía no inicio de seu ministério,
reúne seus discípulos e diz: ‘Não temam, sigam-me e se tornarão pescadores de
homens’. No evangelho de Lucas, Jesus diz na verdade ‘apanhadores de homens’.
Tito vem ao mesmo local, ao mar da Galileía, reúne suas tropas (seus
discípulos) e diz: ‘não tenham medo’ e ele os lidera, eles seguem-no e eles
atacam um grupo de rebeldes Judeus, eles afundam os barcos dos judeus, os
judeus tentam nadar para um local seguro e os romanos usam suas lanças para
‘apanha-los’, eles tornam-se ‘pescadores de homens’. O paralelo não é exato,
não devemos esperar que fosse é apenas um ‘tipo’ que é repetido por todo o novo
testamento.
2.
Legião de
Demônios: Jesus está constantemente lidando com ‘os demônios’, Josefo
também lida com os ‘demônios’. Ele diz que ‘demônios’ são as pessoas com
espirito rebelde (podemos observar essa frase em toda a bíblia, o aparecer de
satanás na história da tentação, demonstrando justamente essa visão de Josefo e
do antigo testamento. Até hoje, podemos observar as pessoas ao se referirem a
demônios ou satanás, se referem a posição contrária que é tida em relação a
Cristo. Em outras palavras, essa tipologia, é efetiva e muito bem empregada) e
que rebelam-se contra Roma (Roma impondo seu império principalmente sobre a
verdadeira crença dos judeus, forçando assim, que toda Roma aceita-se o
Cristianismo como verdadeiro, seu império é notável até hoje). Em Gadara, Jesus
encontra um homem que tem uma ‘legião de Demônios’ em sua mente, eles são
‘expulsos’ por Jesus e infectam uma manada de porcos e a manda corre loucamente
direto para a água. Este é um paralelo da batalha de Tito em Gadara, onde um
único individuo infecta uma inteira Legião de Judeus com seu ‘espirito
demoníaco’ e este grupo por sua vez, infecta outro grupo e esses grupos
combinados, são lançados ao mar pelos romanos. O que se sugere é que essa
história que encontramos nos evangelhos é um tipo de parábola macabra,
ameaçadora como um sinistro jogo mortal de eventos, um tipo de coisa como um
jogo de RPG com um humor perverso nele. Num texto medieval que estudei que é
chamado de Evangelho de Barnabé, quando se lê a história apresentada na forma
não sofisticada, digamos, como se estivesse decodificada, de alguma forma,
torna-se claro que o que se fala aqui é sobre os rebeldes judeus lançados ao
mar e afogados no mar. Nos evangelhos, há a referência a isto como ‘porcos’
(que significa imundo, amaldiçoados, proibidos, outro paralelo com a proibição
do porco no antigo testamento) e isto é, mais uma vez, um tipo de ‘humor’
romano muito obscuro e sinistro.
3.
Três
crucificados, um sobrevive: Na biografia de Josefo, ele descreve quando
esteve em meio aos estágios decisivos do cerco de Tito a Jerusalém, ele
escolheu três dos seus ‘amigos’ que tinham sido crucificados e ele implorou a
Tito para a absolvição deles E Tito deu-lhe permissão, os três homens foram
removidos da cruz, dois deles morreram, mas o outro, sobreviveu. Agora, se você
procurar por um modelo estereotípico de como alguma ideia passou para a ideia
do autor dos evangelhos, esse é um exemplo muito claro, se algo realmente
estranho ocorreu, encontramos tal incidente nas obras de Josefo, que são
mostrados de forma dramática nos evangelhos. Nos evangelhos, José de Arimatéia
pede ao comando romano para tirar Jesus da cruz. Na história de Josefo, José
filho de Matias, pede ao comando romano para tirar alguém da cruz.
‘Arimatéia’ é um jogo de palavras sobre o nome de Josefo,
‘Bar Matias’ (filho de Matias). Quando você lê as fontes com bastante cuidado,
e tem que fazer isso de forma muito cuidadosa,
porque elas não evidenciam claramente logo no inicio é efetivamente
muito bem oculta temos que entender que é literatura, essencialmente de
‘propaganda’. Os romanos não estavam escrevendo um história objetiva (como
pegar os evangelhos e acreditar nele de forma objetiva), toda essa literatura passou
por ‘filtros’ romanos, talvez ai resida a importância dos Manuscritos do Mar
morto.
Jesus e sua Profecia do Filho do homem
Uma das mais famosas profecias que Jesus faz é sobre, a
vinda de alguém que os hebreus previram como Filho do Homem. Ora, muitas
pessoas creem que ele está falando sobre uma segunda vinda dele mesmo e muitos
pensam, que está segunda vinda ocorrerá em algum tempo, no futuro.
Mas o fato é que está segunda vinda de Jesus
já ocorreu.
Jesus faz profecias muito específicas, isto é, sobre o que
ocorreria quando o ‘filho do homem’ fizesse a sua ‘visita’. Ele refere-se a
três eventos chaves:
1)
As cidades da Galileia seriam destruídas;
2)
Jerusalém seria cercada e sitiada (por um
muro¿);
3)
O templo seria derrubado, não deixando pedra
sobre pedra;
Jesus também declara exatamente quando este individuo viria.
Ele diz que o filho do homem apareceria antes que passasse aquela geração que
estava viva e ouvindo-o.
Para os judeus daquela época, uma geração é de 40 anos e
assim, o único individuo que possivelmente poderia ser o ‘Filho do Homem’ que
Jesus prediz é:
TITO FLÁVIO.
Tito Flávio realmente destruiu as cidades da Galileia. Ele
realmente cercou Jerusalém, sitiando-a. Tito realmente destruiu o Templo, ‘não
deixando pedra sobre pedra’. E ele fez tudo isso dentro de 40 anos, de 33 DC
até 73 DC. Josefo Registrou que não importava o quanto se torturassem os
judeus, eles recusavam-se a chama-lo de ‘senhor’ ou ‘deus’ (isso explicaria a morte dos discípulos de Jesus e seus
seguidores de forma tão clara e também refutaria perfeitamente o que William
Craig diz em relação aos Discípulos ‘a morte baseada na fé dos discípulos deve
ser real e verdadeira, ou eram loucos ou realmente o que acreditavam era
verdadeiro’ – Explicado perfeitamente a morte ‘Cruel’ e a fé dos discípulos.
William Craig começa a ser refutado maravilhosamente). Para contornar
essa ‘rebeldia’. Os flavianos escreveram os evangelhos, nos quais um ‘Filho do
homem’ havia sido predito, devendo vir no ‘FUTURO’.
Tito ‘cumpriu’ essas ‘profecias’ e tornou-se o Filho do
Homem, desta forma, você acaba ‘adorando’ Tito sem nem mesma saber disso.
Jesus não é o Messias
Missionários cristãos e judeus messiânicos afirmam que
Yeshua (Jesus) é o Mashiachj (Messias) judeu. Porque o povo judeu rejeitou essa
afirmação durantes estes dois mil anos¿
O conceito Mashiach tem fundamento na bíblia Judaica que é o
Tanach (bíblia da qual surgiram todas as outras)que ensina claramente que todos
os seguintes critérios devem ser preenchidos, antes de qualquer pessoa pode ser
ignorado como Messias
1.
Quando Machiach reinar como Rei de Israel, ao
povo judeu estará recolhido a partir do ano de dois mil em exílio e voltará a
Israel, a sua terra natal (Deuteronômio 30:3; Isaias
11:11-12; Jeremias 30:3; Ezequiel 11:17, 36:24). Porém Jesus nunca
Reinou como Rei e nem todo o povo judeu voltou a viver na terra prometida de
Israel.
2.
O templo santo de Jerusalém será construído, na
realidade o tempo estava de pé nos dias de Jesus (Isaias
2:2-3; 56:6-7, 60:7, 66:20; Ezequiel 37:26-2; Malaquias 3:4;) foi
destruído 38 anos depois da crucificação de Jesus e ainda não foi reconstruído;
3.
Será uma paz universal e sem armas (Isaias 2:1-4, 60:18) e o fim das guerras. No entanto,
desde o advento do cristianismo as guerras aumentaram dramaticamente no mundo (pois é, o cristianismo ajudou a aumentar o ódio e a guerra no
mundo como Cristopher Hitchens diz em seu livro: Deus não é grande)
alguns lutaram em nome de Jesus;
4.
No momento em que o messias reinar, todo o povo
judeu deve abraçar a Torah e observar os mandamentos de Deus, infelizmente hoje
em dia os judeus não estão seguindo todos os mandamentos da Torah;
5.
O messias vai governar em uma época em que todas
as pessoas do mundo acreditará e servirá (por isso que
tem um monte de missionários espalhando a mensagem por todo o mundo) um
só deus (a única maneira disso acontecer é através de
guerras); que seria o deus de Abraão, de Isaque e Jacó. Bem isso ainda
não aconteceu e vamos esperar que se cumpra;
6.
O messias deve ser um membro da tribo de Judá e
um descendente direto do Rei Davi e do Rei Salomão. A genealogia na bíblia só é
passada de Pai para Filho (números 1:1-18). Não
há nenhuma evidência de que Jesus tinha este Pedigree.
A bíblia cristã, na verdade afirma que ele não teve pai
biológico (CAPICHE ou NÃO¿ Matheus 1:18-20) da
tribo de Judá, descendente de Davi e Salomão.
Todos estes requisitos que o Messias deve preencher são
encontrados em vários textos da bíblia judaica (Tanach), um exemplo fundamental
está no livro de Ezequiel 37: 24-28:
‘e meu servo Davi será Rei sobre
eles e todos terão um só pastor e andarão nos meus juízos, e guardarão os meus
estatutos e observarão, e habitarão na terra que dei a meu servo Jacó, em que
habitaram vosso pais. Habitaram nela, eles e seus filhos, para sempre e meu
servo Davi será príncipe para sempre.
Além disso, eu vou fazer uma aliança de paz
com eles e será uma aliança perpetua e os estabelecerei e os multiplicarei.
Porei meu santuário no meio deles para sempre e meu tabernáculo estará com eles
e eu serei seu Deus e eles serão meu povo. E as nações saberão que eu sou o
Senhor qeu santifico Israel. Quando meu santuário estiver no meio deles para
sempre.’
Ninguém pode afirmar quem é o Messias ou um grupo de pessoas
pode afirmar quem é o Messias, no
entanto, se está pessoa não cumprir todos os critérios encontrados na bíblia
Judaica (Tanach) ele não poderá ser o Messias (como é
dito no cristianismo e aqui é provado que Jesus não é o Messias) .
De acordo com a escritura cristã Jesus parece sobre este
entendimento. Quando estava sendo crucificado pelos romanos gritou (lembra da
história de TITO¿):
‘Meu deus, Meus deus, porque
me desamparas (Matheus 27:46)’
Lidar com o fracasso de Jesus
para cumprir as profecias messiânicas, geralmente os missionários argumentam
que ele vai cumprir as profecias em um retorno no futuro (lembrando que os Flavianos mudaram os evangelhos dando assim
essa interpretação para todos que acreditam no cristianismo, de fato, Tito
preencheu todas as profecias que Jesus fez, como As cidades da Galileia seriam
destruídas; Jerusalém seria cercada e sitiada (por um muro¿);O templo seria
derrubado, não deixando pedra sobre pedra;). É importante entender que
está doutrina da segunda vinda é uma ADMISSÃO de que Jesus não cumpriu os
critérios do Messias. Sendo racional devido ao primeiro fracasso, certamente
não fornece nenhuma razão para aceita-lo como Messias HOJE.
A bíblia Judaica não tem plano de
parcelamento messiânico, onde o messias vem, fracassa em sua missão e, retorna
milhares de anos depois, finalmente vitorioso.
Missionários afirmam que Jesus
fez milagres, se fez milagres admitem e dizem que ele deve ser o messias por
causa disto. Nós no entanto não temos nenhuma evidência que Jesus realmente
realizou algum milagre (lembrar dos flavianos
mencionados acima, caso contrário simplesmente prove que Jesus realizou
milagres), mais significante, mesmo que Jesus tivesse feito milagres,
isso não provaria que ele seria o Messias. A bíblia nunca disse que seremos
capazes de reconhecer o Messias, pelos milagres que ele fará, a Torah nos
ensina que os falsos profetas (deuteronômio 13:2-6)
pode ter a capacidade de executar milagres sobrenaturais.
Como judeus, nós preferimos
esperar a coisa real de acordo com as promessas de Hashem. A bíblia Judaica nos
fornece claramente, uma descrição consistente de quando o Messias chegar e isso
ainda não aconteceu!
Então os Judeus ainda esperam a
vinda do Messias verdadeiro, pois consideram, com todas as ponderações acima, e
acredito se você for um ser racional, irá perceber as diferenças entre Jesus e
os preenchimentos das profecias em relação a ele.


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