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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Jesus Histórico (veracidade) X Jesus Divino

Resposta a comunidade Seguir Jesus sem religião      

Nem iria falar sobre a existência de jesus, pois se leu teria percebido que o que diz está mal postulado. O motivo é que ainda utiliza a pergunta:

- Jesus nunca existiu?

Se leu as respostas as 220 teses (e não 300 como alega ser), perceberia o que quero dizer.
Eu faço uma separação simples e logicamente válida em relação a existência de Jesus da seguinte forma:

Ø  Jesus histórico
Ø  Jesus Divino

     As evidências a favor da existência de um Jesus histórico são contundentes, mesmo eu quando estava dentro de uma religião, tinha esse conceito sólido.

      Pelo que percebo, por estar acostumado a debater com certos ‘ateus’ online, realmente acredita que eu cairia nessa de dizer que Jesus histórico não existiu, que engano. Sua resposta é inadequada ao que questiono, que seria:

- Jesus de fato era um ser divino?



      Irei repetir o que você mesmo disse e estou dando gargalhadas de sua incompreensão em relação ao que demonstro em relação a Jesus: ‘Dizer que Jesus nunca existiu denota uma profunda ignorância... Os historiadores dão boas gargalhadas disso.’
      E concordo novamente: ‘Em resumo, O NOVO TESTAMENTO permanece hoje como a mais bem preservada obra literária de toda a Antiguidade, e sua confiabilidade não deixa qualquer dúvida!
      Quando me refiro a ressurreição, não me refiro a nada disso que alega: ‘As contradições bíblicas, não invalidam, ao contrário, o fato de Lucas se contradizer com Mateus, por exemplo, não invalida a carta de João, Mateus ou a de Marcos, visto que, todas elas relatam pontos de vistas acerca do que havia acontecido, e cada autor, relatou, o que havia se passado do seu próprio ponto de vista, numa linguagem própria, para um público específico.

      Se não compreende nada sobre eventos paralelos com a morte e ressurreição de cristo, deveria ficar de boa fechada e não dizer nada. Antes de criticar um determinado ponto de vista, tenha a decência de conhecer antes de falar.

       Sua resposta me satisfez, pois não diz nada sobre um Jesus Divino. Apenas demonstra a existência de um homem chamado Jesus, que seus registros foram manipulados para assim surgir um Jesus divino nos Evangelhos. Em relação a milagres, nascimento de uma virgem, ressurreição e assim por diante, não demonstram em nada a divindade de Jesus.

Já ouviu falar dos Flavianos?

Os Flavianos e Tito

Os Flavianos muito provável criaram o cristianismo como conhecemos hoje!

       Historiador Joseph Atwill menciona os mais primitivos santos da Igreja católica Romana conhecidos como ‘Cristãos Flavianos’. A família flaviana está ligada ao cristianismo primitivo em uma quantidade de formas incomuns, muitos membros dessa família registradas como tendo sido os santos mais primitivos da Igreja Católica Romana. Incluindo entre eles, Flavia Domitila que era irmã de Tito ou sobrinha e a uma inscrição em honra de Flávia por doar o terreno que tornou-se o primeiro local de catequese cristã. Flavia Domitila foi a primeira santa cristã.

       O filho dela, Clemente é registrado como tendo sido o primeiro para católico romano depois do apóstolo Simão e além disso, houve dois membros do círculo familiar flaviano: Nereu e Aquiles. Ambos tiveram igrejas que receberam seus nomes na mais primitiva diocese em Roma.

        Houve um teólogo Cristão cujo nome era Tito Flávio Clemente (você deve conhecer bem), Clemente de Alexandria, ele foi na verdade quem primeiro descreveu os símbolos cristãos, segundo ele, os símbolos eram: a âncora, o barco, o peixe, o galho de oliveira e a estrela. Curiosamente, esses símbolos eram os usados nas moedas Césares Flavianos.

      A ligação final entre a família dos Flavianos e o Cristianismo é que no século IV, Flávio Constantino, fez do cristianismo, a religião estatal de Roma (hummmmm). As conquistas militares dos Césares, eram importante para todos os romanos, então certamente os cristãos flavianos, o grupo que a Igreja Católica Romana afirma terem sido os primeiros santos da religião, teriam sabido a identidade do ‘filho do homem’ que jesus teria predito, que esmagaria a Galileia, sitiaria Jerusalém, e destruiria o templo (sem deixar pedra sobre pedra), o nome deste homem é Tito Flávio.

     Então parece que se alguém sabe como descobrir, há muitas pistas que apontam a origem Flavia do Cristianismo e talvez a mais intrigante que Joseph Atwill descobriu é o código que os Flavianos usavam em seus documentos, que possibilitou com que ele fizesse sua admirável descoberta.

           Os romanos tinham as escrituras judaicas trancadas em sua corte imperial, e eles a estudaram. E o que descobriram¿ Descobriram que havia um código literário singular oculto no texto, este código oculto que era comum nas escrituras judaicas, foi usado pela equipe literária dos Flavianos para compor passagens de um ‘evanfelho’ que deveria ser decifrado a fim de ser entendido. Está técnica é chamada de Tipologia.
A tipologia é usada em toda a literatura hebraica antiga e não é mais usada nos dias de hoje. Em resumo, Tipologia é usar eventos do passado para prover contatos formadores de eventos subsequentes.

        O que estamos falando é de estereótipos, em outras palavras, há um protótipo idealizado que mostra certas características ou age de certas formas. Por exemplo, uma das coisas que que faço é comprimir a própria história e então eu a conto de novo de uma nova forma e simplesmente imponho história contemporânea sobre histórias antigas, assim, crio um texto de múltiplas camadas.

      Na tipologia hebraica, os textos eram projetados para serem lidos em comparação uns com os outros, ou intertextualmente  e fazendo assim, um sentido que não estaria visível na narrativa superficial se tornaria aparente para alguém que tenha entendido a conexão tipológica entre as histórias.

Tipologia Hebraica

       A tipologia hebraica conecta profetas, eventos da vide de um profeta são colocados na vida de um profeta subsequente e isso mostra que há um padrão divino (fácil de ser assimilado), estabelecido por deus conectando Seus profetas uns aos outros. Os evangelhos de fato nos mostram como podemos decifrar por nós mesmos este código oculto, ou tipologia que foi usado para criar a história de Jesus (a história real de jesus não tem a ver com a história contada nos evangelho, os evangelhos foram manipulados para criar um Jesus divino).

Paralelos de Jesus e Moisés
Evangelho de Matheus

       Bem no inicio dos evangelhos, há um primor dessa tipologia. O que o autor de Matheus fez foi tomar eventos do ‘antigo testamento’ e coloca-los na vida de Jesus. Esses eventos teriam ocorrido na mesma sequência na história de Jesus como ocorreram no ‘antigo testamento’. Numerosos eruditos da bíblia já identificaram os seguintes paralelos.

      Ambas as histórias tem um patriarca chamado ‘José’ que viaja de Israel ao Egito. Um governador que massacra meninos inocentes. Um personagem divino que avisa que ‘os que buscavam a tua vida estão mortos’ e então o retorno do Egito para Israel.

        Isto tudo é seguido por eventos que tem a ver com o ‘passar pela água’. No velho testamento os israelitas passam pelo mar vermelho, em Matheus, Jesus recebe o batismo no qual ele passa pela água. Então há a viagem pelo deserto. Os israelitas ficam no deserto por quarenta anos, Jesus vai para o deserto e lá fica por quarenta Dias. Finalmente temos as três tentações. No velho testamento, nós temos a tentação pelo pão,  a declaração de ‘não tente a deus’ e o mandamento de servir apenas deus. Isto aparece de novo em Matheus onde Jesus é tentado pelo pão, diz para o ‘diabo’ para não tentar a Deus e o instrui a servir apenas a Deus.

     Portanto, quando se compara a vida de Jesus com a vida de Moisés, percebe-se uma ligação que mostra que o personagem nos evangelhos está ‘divinamente’ ligado ao personagem do ‘velho testamento’. A vida do primeiro salvador de Israel, Moisés, previa a vida de Jesus que agora reivindicava ser o próximo salvador de Israel.

     Para entender o restante da história de Jesus que nos é contada, seu ministério quando já adulto, nós simplesmente precisamos saber que o mesmo sistema de paralelos de nomes, locais e conceitos que ocorrem na mesma sequência (o que não indica coincidência) foi usado para ligar Jesus nos evangelhos a Tito, nas obras de Josefo. Nossos eruditos explicam essas tipologias dos evangelhos, nos três seguintes exemplos:

1.       Pescadores de homens: Jesus vem até o mar da Galileía no inicio de seu ministério, reúne seus discípulos e diz: ‘Não temam, sigam-me e se tornarão pescadores de homens’. No evangelho de Lucas, Jesus diz na verdade ‘apanhadores de homens’. Tito vem ao mesmo local, ao mar da Galileía, reúne suas tropas (seus discípulos) e diz: ‘não tenham medo’ e ele os lidera, eles seguem-no e eles atacam um grupo de rebeldes Judeus, eles afundam os barcos dos judeus, os judeus tentam nadar para um local seguro e os romanos usam suas lanças para ‘apanha-los’, eles tornam-se ‘pescadores de homens’. O paralelo não é exato, não devemos esperar que fosse é apenas um ‘tipo’ que é repetido por todo o novo testamento.

2.       Legião de Demônios: Jesus está constantemente lidando com ‘os demônios’, Josefo também lida com os ‘demônios’. Ele diz que ‘demônios’ são as pessoas com espirito rebelde (podemos observar essa frase em toda a bíblia, o aparecer de satanás na história da tentação, demonstrando justamente essa visão de Josefo e do antigo testamento. Até hoje, podemos observar as pessoas ao se referirem a demônios ou satanás, se referem a posição contrária que é tida em relação a Cristo. Em outras palavras, essa tipologia, é efetiva e muito bem empregada) e que rebelam-se contra Roma (Roma impondo seu império principalmente sobre a verdadeira crença dos judeus, forçando assim, que toda Roma aceita-se o Cristianismo como verdadeiro, seu império é notável até hoje). Em Gadara, Jesus encontra um homem que tem uma ‘legião de Demônios’ em sua mente, eles são ‘expulsos’ por Jesus e infectam uma manada de porcos e a manda corre loucamente direto para a água. Este é um paralelo da batalha de Tito em Gadara, onde um único individuo infecta uma inteira Legião de Judeus com seu ‘espirito demoníaco’ e este grupo por sua vez, infecta outro grupo e esses grupos combinados, são lançados ao mar pelos romanos. O que se sugere é que essa história que encontramos nos evangelhos é um tipo de parábola macabra, ameaçadora como um sinistro jogo mortal de eventos, um tipo de coisa como um jogo de RPG com um humor perverso nele. Num texto medieval que estudei que é chamado de Evangelho de Barnabé, quando se lê a história apresentada na forma não sofisticada, digamos, como se estivesse decodificada, de alguma forma, torna-se claro que o que se fala aqui é sobre os rebeldes judeus lançados ao mar e afogados no mar. Nos evangelhos, há a referência a isto como ‘porcos’ (que significa imundo, amaldiçoados, proibidos, outro paralelo com a proibição do porco no antigo testamento) e isto é, mais uma vez, um tipo de ‘humor’ romano muito obscuro e sinistro.

3.       Três crucificados, um sobrevive: Na biografia de Josefo, ele descreve quando esteve em meio aos estágios decisivos do cerco de Tito a Jerusalém, ele escolheu três dos seus ‘amigos’ que tinham sido crucificados e ele implorou a Tito para a absolvição deles E Tito deu-lhe permissão, os três homens foram removidos da cruz, dois deles morreram, mas o outro, sobreviveu. Agora, se você procurar por um modelo estereotípico de como alguma ideia passou para a ideia do autor dos evangelhos, esse é um exemplo muito claro, se algo realmente estranho ocorreu, encontramos tal incidente nas obras de Josefo, que são mostrados de forma dramática nos evangelhos. Nos evangelhos, José de Arimatéia pede ao comando romano para tirar Jesus da cruz. Na história de Josefo, José filho de Matias, pede ao comando romano para tirar alguém da cruz.

‘Arimatéia’ é um jogo de palavras sobre o nome de Josefo, ‘Bar Matias’ (filho de Matias). Quando você lê as fontes com bastante cuidado, e tem que fazer isso de forma muito cuidadosa,  porque elas não evidenciam claramente logo no inicio é efetivamente muito bem oculta temos que entender que é literatura, essencialmente de ‘propaganda’. Os romanos não estavam escrevendo um história objetiva (como pegar os evangelhos e acreditar nele de forma objetiva), toda essa literatura passou por ‘filtros’ romanos, talvez ai resida a importância dos Manuscritos do Mar morto.

Jesus e sua Profecia do Filho do homem

     Uma das mais famosas profecias que Jesus faz é sobre, a vinda de alguém que os hebreus previram como Filho do Homem. Ora, muitas pessoas creem que ele está falando sobre uma segunda vinda dele mesmo e muitos pensam, que está segunda vinda ocorrerá em algum tempo, no futuro.

 Mas o fato é que está segunda vinda de Jesus já ocorreu.

      Jesus faz profecias muito específicas, isto é, sobre o que ocorreria quando o ‘filho do homem’ fizesse a sua ‘visita’. Ele refere-se a três eventos chaves:

1)      As cidades da Galileia seriam destruídas;
2)      Jerusalém seria cercada e sitiada (por um muro¿);
3)      O templo seria derrubado, não deixando pedra sobre pedra;

     Jesus também declara exatamente quando este individuo viria. Ele diz que o filho do homem apareceria antes que passasse aquela geração que estava viva e ouvindo-o.
Para os judeus daquela época, uma geração é de 40 anos e assim, o único individuo que possivelmente poderia ser o ‘Filho do Homem’ que Jesus prediz é:

TITO FLÁVIO.

       Tito Flávio realmente destruiu as cidades da Galileia. Ele realmente cercou Jerusalém, sitiando-a. Tito realmente destruiu o Templo, ‘não deixando pedra sobre pedra’. E ele fez tudo isso dentro de 40 anos, de 33 DC até 73 DC. Josefo Registrou que não importava o quanto se torturassem os judeus, eles recusavam-se a chama-lo de ‘senhor’ ou ‘deus’ (isso explicaria a morte dos discípulos de Jesus e seus seguidores de forma tão clara e também refutaria perfeitamente o que William Craig diz em relação aos Discípulos ‘a morte baseada na fé dos discípulos deve ser real e verdadeira, ou eram loucos ou realmente o que acreditavam era verdadeiro’ – Explicado perfeitamente a morte ‘Cruel’ e a fé dos discípulos. William Craig começa a ser refutado maravilhosamente). Para contornar essa ‘rebeldia’. Os flavianos escreveram os evangelhos, nos quais um ‘Filho do homem’ havia sido predito, devendo vir no ‘FUTURO’.

       Tito ‘cumpriu’ essas ‘profecias’ e tornou-se o Filho do Homem, desta forma, você acaba ‘adorando’ Tito sem nem mesma saber disso.

Jesus não é o Messias

        Missionários cristãos e judeus messiânicos afirmam que Yeshua (Jesus) é o Mashiachj (Messias) judeu. Porque o povo judeu rejeitou essa afirmação durantes estes dois mil anos¿
O conceito Mashiach tem fundamento na bíblia Judaica que é o Tanach (bíblia da qual surgiram todas as outras)que ensina claramente que todos os seguintes critérios devem ser preenchidos, antes de qualquer pessoa pode ser ignorado como Messias

1.       Quando Machiach reinar como Rei de Israel, ao povo judeu estará recolhido a partir do ano de dois mil em exílio e voltará a Israel, a sua terra natal (Deuteronômio 30:3; Isaias 11:11-12; Jeremias 30:3; Ezequiel 11:17, 36:24). Porém Jesus nunca Reinou como Rei e nem todo o povo judeu voltou a viver na terra prometida de Israel.

2.       O templo santo de Jerusalém será construído, na realidade o tempo estava de pé nos dias de Jesus (Isaias 2:2-3; 56:6-7, 60:7, 66:20; Ezequiel 37:26-2; Malaquias 3:4;) foi destruído 38 anos depois da crucificação de Jesus e ainda não foi reconstruído;

3.       Será uma paz universal e sem armas (Isaias 2:1-4, 60:18) e o fim das guerras. No entanto, desde o advento do cristianismo as guerras aumentaram dramaticamente no mundo (pois é, o cristianismo ajudou a aumentar o ódio e a guerra no mundo como Cristopher Hitchens diz em seu livro: Deus não é grande) alguns lutaram em nome de Jesus;

4.       No momento em que o messias reinar, todo o povo judeu deve abraçar a Torah e observar os mandamentos de Deus, infelizmente hoje em dia os judeus não estão seguindo todos os mandamentos da Torah;

5.       O messias vai governar em uma época em que todas as pessoas do mundo acreditará e servirá (por isso que tem um monte de missionários espalhando a mensagem por todo o mundo) um só deus (a única maneira disso acontecer é através de guerras); que seria o deus de Abraão, de Isaque e Jacó. Bem isso ainda não aconteceu e vamos esperar que se cumpra;

6.       O messias deve ser um membro da tribo de Judá e um descendente direto do Rei Davi e do Rei Salomão. A genealogia na bíblia só é passada de Pai para Filho (números 1:1-18). Não há nenhuma evidência de que Jesus tinha este Pedigree.

       A bíblia cristã, na verdade afirma que ele não teve pai biológico (CAPICHE ou NÃO¿ Matheus 1:18-20) da tribo de Judá, descendente de Davi e Salomão.

        Todos estes requisitos que o Messias deve preencher são encontrados em vários textos da bíblia judaica (Tanach), um exemplo fundamental está no livro de Ezequiel 37: 24-28:
‘e meu servo Davi será Rei sobre eles e todos terão um só pastor e andarão nos meus juízos, e guardarão os meus estatutos e observarão, e habitarão na terra que dei a meu servo Jacó, em que habitaram vosso pais. Habitaram nela, eles e seus filhos, para sempre e meu servo Davi será príncipe para sempre.
 Além disso, eu vou fazer uma aliança de paz com eles e será uma aliança perpetua e os estabelecerei e os multiplicarei. Porei meu santuário no meio deles para sempre e meu tabernáculo estará com eles e eu serei seu Deus e eles serão meu povo. E as nações saberão que eu sou o Senhor qeu santifico Israel. Quando meu santuário estiver no meio deles para sempre.’

        Ninguém pode afirmar quem é o Messias ou um grupo de pessoas pode afirmar quem é o Messias,  no entanto, se está pessoa não cumprir todos os critérios encontrados na bíblia Judaica (Tanach) ele não poderá ser o Messias (como é dito no cristianismo e aqui é provado que Jesus não é o Messias) .
De acordo com a escritura cristã Jesus parece sobre este entendimento. Quando estava sendo crucificado pelos romanos gritou (lembra da história de TITO¿):

      ‘Meu deus, Meus deus, porque  me desamparas (Matheus 27:46)’

Lidar com o fracasso de Jesus para cumprir as profecias messiânicas, geralmente os missionários argumentam que ele vai cumprir as profecias em um retorno no futuro (lembrando que os Flavianos mudaram os evangelhos dando assim essa interpretação para todos que acreditam no cristianismo, de fato, Tito preencheu todas as profecias que Jesus fez, como As cidades da Galileia seriam destruídas; Jerusalém seria cercada e sitiada (por um muro¿);O templo seria derrubado, não deixando pedra sobre pedra;). É importante entender que está doutrina da segunda vinda é uma ADMISSÃO de que Jesus não cumpriu os critérios do Messias. Sendo racional devido ao primeiro fracasso, certamente não fornece nenhuma razão para aceita-lo como Messias HOJE.

A bíblia Judaica não tem plano de parcelamento messiânico, onde o messias vem, fracassa em sua missão e, retorna milhares de anos depois, finalmente vitorioso.

Missionários afirmam que Jesus fez milagres, se fez milagres admitem e dizem que ele deve ser o messias por causa disto. Nós no entanto não temos nenhuma evidência que Jesus realmente realizou algum milagre (lembrar dos flavianos mencionados acima, caso contrário simplesmente prove que Jesus realizou milagres), mais significante, mesmo que Jesus tivesse feito milagres, isso não provaria que ele seria o Messias. A bíblia nunca disse que seremos capazes de reconhecer o Messias, pelos milagres que ele fará, a Torah nos ensina que os falsos profetas (deuteronômio 13:2-6) pode ter a capacidade de executar milagres sobrenaturais.

Como judeus, nós preferimos esperar a coisa real de acordo com as promessas de Hashem. A bíblia Judaica nos fornece claramente, uma descrição consistente de quando o Messias chegar e isso ainda não aconteceu!


Então os Judeus ainda esperam a vinda do Messias verdadeiro, pois consideram, com todas as ponderações acima, e acredito se você for um ser racional, irá perceber as diferenças entre Jesus e os preenchimentos das profecias em relação a ele.
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Item Reviewed: Jesus Histórico (veracidade) X Jesus Divino Rating: 5 Reviewed By: Gabriel Orcioli