O argumento é simples e de fácil compreensão para distinguir o deus bíblico (por exemplo) do ser metafísico.
Para esclarecer melhor a ideia, peguemos por exemplo o deus bíblico. Podemos perceber que este tem um plano de salvação, sempre está pedindo amor e temor, caso contrário, não existe salvação. Podemos perceber claramente que da mesma forma que temos certas necessidades em relação a este ser, este ser também teria certas necessidades em relação a nós.
Podemos citar um exemplo de indiferença em relação a este ser chamado deus do cristianismo, e essa indiferença se encontra em relação ao mal. O teístas costumam dizer que deus é totalmente bom, mas a bíblia prova que deus é indiferente em relação ao bem e o mal. Em outras palavras, o que ele faz de bom ou mal somente importa para nós e não para ele. Outro ponto em relação ao deus do cristianismo é que ele criou um árvore que possuía o conhecimento do bem e do mal, portanto isso gera dois pontos:
1. Ele não criou Adão e Eva totalmente bons, o que implica que deus não é totalmente bom
2. Ele criou um árvore com o bem e com o mal, o que indica que ele conhecia e criou o mal
Em ambos os casos, meio que sem querer, acabamos refutando a relação entre um deus totalmente bom que é dito no cristianismo com um deus que tende para a indiferença.
Como ficaria nossa argumentação em relação a indiferença e necessidade em relação ao ser metafísico?
Novamente são dois pontos que devemos observar quando falamos sobre perfeição em relação ao ser metafísico:
1. O ser metafísico possuí necessidade em relação a nós, portanto não pode ser perfeito;
2. O ser metafísico nos criou mas é indiferente em relação ao que criou, portanto não tem planos ou interesses em relação a sua criação.
Em todos os casos, o ser metafísico não tem qualquer semelhança com o deus do cristianismo, usado no exemplo. De fato, a própria bíblia alega que este deus totalmente bondoso não existe. É bacana ter a noção de que tudo vai ser feliz e maravilhoso no futuro, acreditar nisso faz bem, mas não quer dizer que seja verdade.
Saiba mais aqui a refutação do deus do cristianismo:
http://bloggabrielmelo.blogspot.com.br/2013/10/deus-do-cristianismo-refutado-depois.html
Para esclarecer melhor a ideia, peguemos por exemplo o deus bíblico. Podemos perceber que este tem um plano de salvação, sempre está pedindo amor e temor, caso contrário, não existe salvação. Podemos perceber claramente que da mesma forma que temos certas necessidades em relação a este ser, este ser também teria certas necessidades em relação a nós.
Podemos citar um exemplo de indiferença em relação a este ser chamado deus do cristianismo, e essa indiferença se encontra em relação ao mal. O teístas costumam dizer que deus é totalmente bom, mas a bíblia prova que deus é indiferente em relação ao bem e o mal. Em outras palavras, o que ele faz de bom ou mal somente importa para nós e não para ele. Outro ponto em relação ao deus do cristianismo é que ele criou um árvore que possuía o conhecimento do bem e do mal, portanto isso gera dois pontos:
1. Ele não criou Adão e Eva totalmente bons, o que implica que deus não é totalmente bom
2. Ele criou um árvore com o bem e com o mal, o que indica que ele conhecia e criou o mal
Em ambos os casos, meio que sem querer, acabamos refutando a relação entre um deus totalmente bom que é dito no cristianismo com um deus que tende para a indiferença.
Como ficaria nossa argumentação em relação a indiferença e necessidade em relação ao ser metafísico?
Novamente são dois pontos que devemos observar quando falamos sobre perfeição em relação ao ser metafísico:
1. O ser metafísico possuí necessidade em relação a nós, portanto não pode ser perfeito;
2. O ser metafísico nos criou mas é indiferente em relação ao que criou, portanto não tem planos ou interesses em relação a sua criação.
Em todos os casos, o ser metafísico não tem qualquer semelhança com o deus do cristianismo, usado no exemplo. De fato, a própria bíblia alega que este deus totalmente bondoso não existe. É bacana ter a noção de que tudo vai ser feliz e maravilhoso no futuro, acreditar nisso faz bem, mas não quer dizer que seja verdade.
Saiba mais aqui a refutação do deus do cristianismo:
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